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Artenge Construtora

História Fundada em 1967, a Mitomu Simamura e Cia Ltda. começou com um sonho do engenheiro civil Mitomu Simamura. O primeiro endereço da empresa, em Londrina, foi a rua Sergipe 1106 nas salas 102 e 103 do primeiro andar do edifício Euclides da Cunha. No ano de 1972, exatamente um ano depois da entrega da obra do ginásio de esportes Moringão, a Simamura ganha novo fôlego. Toshio Imai, que era na época administrador e diretor superintendente da Mitomu Simamura, se torna acionista da empresa, e, no ano seguinte, a construtora dá seu primeiro grande passo para a modernização da construção civil.

A empresa, até aquele momento, atuava na construção de edificações comerciais e educacionais, porém, seus administradores decidiram ampliar seus negócios e, para isso, se uniram à renomada empresa japonesa Daiwa House Indústria e Comércio, que, naquela época, já era uma tradicional empresa japonesa fabricante de material perfilado. Nesse mesmo ano, a Mitomu Simamura e Cia Ltda. passa a se chamar Simamura Daiwa House.
Essa parceria trouxe para Londrina e região o que havia de mais moderno em tecnologia voltada à área de construção civil. Com isso, a Simamura Daiwa House pôde expandir sua área de atuação e passou a construir barracões e instalações para empresas de moagem, torrefação, refinarias de óleo, rami e outros produtos agrícolas comuns da época que contribuíram definitivamente para o desenvolvimento econômico de Londrina e da região norte no Paraná nas décadas de 60 e 70.

Outro benefício trazido pela tecnologia japonesa foi no setor de saneamento, pavimentação asfáltica e infraestrutura de serviços. Isso tudo permitiu que a construtora pudesse investir e se aperfeiçoar no setor residencial da construção civil. O resultado foi a consolidação da empresa dentro do mercado da construção civil no segmento de conjuntos habitacionais de quatro pavimentos.
Com o falecimento de Mitomu Simamura em novembro de 1976, Toshio Imai se vê sozinho diante dos novos desafios impostos às empresas ligadas ao setor da construção civil pelo crescimento acelerado de Londrina. Mas, por acreditar na força do trabalho e na constante superação, ao invés de seguir no curso da construção civil praticado na época, Toshio inova e volta seus olhos para uma nova região, até então desabitada em Londrina.

Depois de expandir suas obras até cidades como Arapongas, Rolândia, Jacarezinho, Faxinal, Telêmaco Borba e Curitiba entre outras, a empresa, que desde 1984 passa a se chamar Artenge Construções Civis, inicia suas obras na região que hoje é conhecida pelos londrinenses como Gleba Palhano cujo metro quadrado é o mais valorizado da cidade. Naquela época, a Gleba era apenas uma região forrada de mato, mas com o início da década de 90 sua realidade mudou.

Após a entrega do Residencial do Lago I, a Artenge completou nos anos seguintes as obras dos edifícios Residencial do Lago II e III e, pensando nas necessidades mais básicas dos moradores desses edifícios, a construtora inaugurou na mesma época o Edifício Comercial do Lago que contava com padaria, mercado e farmácia para atendar aos moradores da região. Hoje, o Comercial do Lago conta com restaurantes e lojas e se tornou uma segura área de lazer para os moradores da região.
A ligação entre a Artenge e a Gleba Palhano ultrapassou os terrenos do Residencial do Lago. Na última década, a construtora manteve seu pioneirismo e entregou os empreendimentos Saint Raphael no ano 2000, Forest Park em 2002, Portal do Lago em 2005, Crystal Place em 2010 e o mais recente empreendimento, o Artè Palhano em 2017.

O trabalho pioneiro realizado pela Artenge na Gleba Palhano é reconhecido pelos moradores da região que a chamam, carinhosamente, de Cidade Artenge. Em 2006, essa cidade ganhou um presente que emocionou os colaboradores da empresa. No dia 16 de maio, foi inaugurada a rua Toshio Imai. Em homenagem à iniciativa desse pioneiro da construção civil, foi implantada uma placa logo no início da rua Jerusalém à beira do Lago I com os dizeres Bem Vindo à Cidade Artenge.

O comprometimento com a cidade de Londrina faz parte da política de responsabilidade social da Artenge. A construtora, que já levou seus funcionários a plantar mais de 100 mudas de manacás da serra às margens do Lago, foi a responsável, em 2010, pela construção de duas academias ao ar livre, projeto da prefeitura que conta com o apoio da inciativa privada.
Para Cassia Imai, presidente da Artenge, a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento sustentável da cidade foi bem vinda. De acordo com suas palavras: “Toda empresa que presta serviço para a cidade, devia doar alguma coisa à comunidade. Então, esse foi o nosso espírito, de aproveitar o momento que a cidade vive e ajudar com as atividades que prestam serviço à comunidade. É uma forma de devolver a ela aquilo que fez ela pela nossa empresa”.

O melhor projeto é o que se realiza.

Toshio Imai deixou para sua equipe muitas lições, mas a principal delas é acreditar no trabalho e no ser humano. Kozue Imai, que assumiu a presidência da Artenge após o falecimento de seu marido Toshio Imai, definiu um novo rumo a ser seguido pela construtora. Ao trazer para a Artenge o que há de mais moderno em tecnologia dentro da construção civil, e unir esse conhecimento aos valores deixados por Toshio, Kozue promove dentro da Artenge uma perfeita combinação que resulta em um atendimento cada vez melhor e mais diferenciado aos seus clientes, garantindo que eles estejam sempre satisfeitos.

Para a Artenge, as novas tecnologias são sempre bem vindas, ainda mais quando elas contribuem para a construção de edifícios mais seguros e estáveis. Desde o projeto até a execução final da obra, a maior preocupação da Artenge é, sem dúvida, com a segurança. Garantir que o sonho de seus clientes de morar em uma construção sólida seja realizado é o objetivo diário dessa empresa que trabalha para que o futuro se construa de forma cada vez mais segura.

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